5 maus costumes para você eliminar na sua direção

Conforme vamos pegando prática na direção, nossa segurança aumenta e acabamos criando alguns vícios que podem ser prejudiciais ao carro, a você e ao seu bolso, pois geram multas. Confira a lista abaixo e selecione aqueles em que você precisa melhorar.

– Descansar a mão no câmbio

Com o vai e vem de todos os dias, às vezes nos flagramos com a mão apoiada no câmbio. Isso é errado porque acaba forçando, graças ao peso da mão, uma peça chamada trambulador, que fica entre o câmbio e a alavanca. Essa peça é a responsável pelo engate das marchas, por isso alguns câmbios apresentam problemas nesse ponto.

– Descansar o pé na embreagem

Esse mau hábito é bem semelhante ao anterior, mas causa danos aos discos, ao rolamento e às molas do sistema de embreagem, podendo pesar no bolso do proprietário na hora da substituição ou do reparo. Evite andar com o pé na embreagem com o carro em movimento, utilize-a apenas na hora da troca de marcha.

– Dirigir com apenas uma das mãos

O seu carro não vai sentir tanto esse mau hábito, mas o seu bolso sim. No Código de Trânsito atual, dirigir com penas uma das mãos no volante gera multa e mais quatro pontos na habilitação. Além disso, a habilidade de manobrar o carro fica reduzida, podendo não ser suficiente em um momento que requeira reflexos rápidos. Policie-se quanto a isso!

– Andar com o carro desalinhado

Na correria do dia a dia, o alinhamento do carro acaba ficando esquecido ou para depois. Cuidado!  Além de diminuir a vida útil dos pneus, um carro desalinhado requer muito mais força para manobras e também exige mais de algumas peças do automóvel, diminuindo sua vida útil. Agende uma avaliação com o seu mecânico.

– Não fazer a troca do óleo

Esse hábito diminui a vida útil do motor, já que o óleo é um componente fundamental no seu funcionamento. Fique atento à quilometragem ou a data da troca e agende a sua. Pequenos cuidados irão poupar muita dor de cabeça. Gostou das dicas? Temos uma bônus: se você é daqueles que espera até o último minuto para abastecer, com o carro já na reserva, saiba que isso provoca uma série de malefícios a diversos componentes do veículo. Abasteça seu carro antes de chegar à marca limite

O que preciso saber antes de comprar meu primeiro carro?

          Conseguir o carro próprio é o sonho de muitas pessoas. Aproveitar da liberdade que essa compra traz ao dia a dia é um dos principais motivos que leva muita gente a buscar as melhores condições para fechar um negócio. Esse é o seu caso? Você sabe como escolher o melhor veículo? Como usar o dinheiro de forma consciente? Preparamos um guia rápido para você tirar as principais dúvidas antes de poder pegar as chaves do seu carro.

– Carro Novo x Seminovo

Antes de qualquer coisa, é importante verificar qual das opções acima melhor se encaixa no seu orçamento e quanto você pretende gastar. Um carro novo não irá precisar de manutenção tão cedo, além de apresentar problemas com menos frequência. Já o seminovo tem a sua principal vantagem no valor, que é mais baixo. Se você fizer uma boa pesquisa e encontrar uma revendedora de confiança, ele pode ser um ótimo negócio. Não esqueça de verificar o histórico de revisões do carro, a sua quilometragem (que, preferencialmente, deve estar abaixo dos 100 mil quilômetros rodados), os pneus, a lataria e o motor. Tenha alguém de confiança para avaliar o carro.

– Dinheiro

Um carro, seja ele novo ou seminovo, não é nem de perto um dos itens mais baratos disponíveis no mercado. Por isso, organize seu orçamento. Decida se você irá fazer um financiamento ou se quer pagar o carro a vista. Se você optar pela última opção, abra uma conta apenas para depositar o dinheiro do carro e separe mensalmente uma quantia para isso. Além do mais, não esqueça que o carro irá precisar de gasolina e, futuramente, de manutenções. É sempre importante garantir um dinheiro reserva para esses elementos e responsabilidades que sempre vem junto com o carro. Se você optar pelo financiamento, escolha algo que caiba em sua renda mensal, evite dívidas e procure um que se encaixe bem com o seu caso.

– Documentação

Outro item muito importante antes de fechar o negócio é verificar a documentação do veículo.  Muitos preços podem ser atrativos, mas, na realidade, eles podem vir acompanhados de algumas surpresas não muito agradáveis: financiamento atrasado, multas em aberto ou IPVA vencido. Fale com o seu despachante ou consulte você mesmo pela internet através do número do Renavan em que condições a documentação do carro se encontra.

– Pense bem no modelo

Carros esportivos ou caminhonetes são o sonho de muita garagem por aí, mas você realmente precisa de um carro desse agora? Faça uma análise de quais são as suas necessidades diárias antes de avaliar a compra. Para uma primeira experiência, uma boa escolha são os carros pequenos e com direção hidráulica. Eles requerem menos manutenção, são, na maioria dos casos, mais econômicos e com um preço de mercado mais acessível. Não é cheio de dívidas que você vai conseguir o carro dos seus sonhos um dia, não é mesmo? Pense bem.

O que fazer em seu carro antes da chegada do verão

Assim como toda troca de estação, no verão o carro precisa de algumas manutenções para poder rodar os próximos meses tranquilamente. Além de ser a estação mais quente do ano, ela geralmente vem acompanhada de viagens mais longas, seja para a praia ou para o interior. Quer saber como deixar seu carro preparado para conseguir curtir essa estação sem preocupações? Confira as nossas dicas:

– Calibragem dos pneus

Esse é um elemento que varia de acordo com a temperatura em que é exposto. Nos dias mais quentes, o ar dentro do pneu expande, podendo demonstrar uma calibragem não condizente com a verdadeira. O ideal é calibrar os pneus pela manhã, quando o asfalto não está tão quente e quando você irá conseguir determinar melhor como está cada pneu. Se ele apresentar qualquer sinal da necessidade de uma troca, não hesite, prese pela sua segurança.

– Verifique as borrachas de vedação

Esse elemento pode passar despercebido em uma análise mais superficial, mas ele é importantíssimo para garantir o conforto do motorista e dos passageiros nos dias mais quentes ou então nos dias chuvosos, evitando goteiras e infiltrações. Em locais com grandes amplitudes térmicas, como é o caso da maioria das regiões brasileiras, as borrachas tendem a ressecar mais. Então, antes do verão começar, aproveite para checar esse item.

– Invista em painéis refletores

Seja no estacionamento do trabalho ou na beira da praia, deixar o carro fechado por algumas horas vai fazer o interior virar uma estufa. Além do mais, isso pode danificar elementos plásticos do painel do veículo. Uma opção para reduzir essas consequências são os painéis refletores. Feitos de papelão e papel alumínio, eles conseguem refletir alguns dos raios solares, diminuindo a ação deles no interior do veículo.

– Manutenção do ar-condicionado

Essa dica parece bem óbvia, não é mesmo? Porém, quando o ar-condicionado do carro está funcionando perfeitamente, muitas pessoas acabam esquecendo-se de fazer a troca do filtro, comprometendo a qualidade do ar no interior do veículo. Por isso, leve seu carro para uma checagem desse item mesmo se estiver tudo aparentemente funcionando e garanta a saúde do motorista e dos passageiros.

– Sistema de refrigeração Com o calor, o sistema de refrigeração do motor é posto a prova e, se não estiver em dia, irá sobreaquecer e pesar no seu bolso. Algumas semanas antes do início do verão, faça uma revisão, verifique os níveis dos fluídos do radiador e faça uma limpeza se existir resíduos de óleo. Essas medidas simples irão possibilitar um aproveitamento melhor do seu verão e evitar gastos elevados que podem acabar com as tão sonhadas férias.

Gasolina Comum x Aditivada: qual escolher?

Se você é daquelas pessoas que fica em dúvida na hora de abastecer, esse texto vai tirar algumas das suas dúvidas. A diferença básica entre os dois tipos de gasolina é que a aditivada recebe um pacote de aditivos detergente/dispersante, que mantém limpo todo o sistema de alimentação do combustível, diferente da comum, que não recebe. Mas fique atento: um carro desacostumado a receber aditivos pode apresentar problemas e um carro com maior potência e performance não reage bem à gasolina comum.

          Antes de qualquer coisa, consulte o manual do proprietário para saber qual é o tipo de gasolina recomendado para o motor do seu carro. Lá você vai encontrar não apenas o tipo do combustível, mas também a octanagem recomendada. Se o seu carro tiver uma potência maior, como é o caso de alguns importados, por exemplo, e receber a gasolina comum, o desempenho do motor não será como o esperado.

          Depois disso, defina onde você vai rodar com o seu carro. Se o destino for os grandes centros, onde o ‘anda e para’ é frequente, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o mais indicado é a gasolina aditivada. Já se você vai pegar a estrada para distâncias mais longas, a gasolina comum é aceitável.

          Caso você pense em migrar da gasolina comum para a aditivada, faça essa mudança aos poucos. Alguns carros aceitam a mudança bem, já outros podem apresentar problemas por conta dos aditivos. Então, comece com 10% de aditivada e siga aumentando até chegar a 100%.

          Uma outra opção é a gasolina Premium. O seu principal diferencial é a octanagem mais alta que funciona muito bem nos carros mais potentes. Entretanto, ela pode ser usada em todos os carros, já que traz benefícios ao motor, deixando um baixo nível de depósito, maior desempenho e menor impacto ambiental.

          Agora que você já conhece um pouco mais das opções do mercado, estude seu carro e perceba o que ele precisa. Depois disso, procure um posto de confiança, que não venda gasolina adulterada, já que os danos que ela causa no motor podem causar despesas inesperadas e bem altas. Por fim, é só dar a partida e curtir o caminho sem preocupações.

Quais cuidados devo ter ao dirigir no inverno?

A estação mais fria do ano está chegando e, com ela, alguns cuidados ao pegar a estrada devem ser redobrados, seja para uma simples ida ao mercado ou em algum trajeto mais longo. As estradas ficam mais escorregadias, a visibilidade diminui e o carro pode apresentar mais problemas devido às baixas temperaturas.

            Com alguns cuidados simples e atenção redobrada você terá um inverno seguro e mais tranquilo em relação ao seu carro e á sua segurança. Confira algumas dicas:

– Mantenha a revisão do carro em dia

            Detalhes pequenos podem fazer uma grande diferença nos dias frios. Faça um check-up do carro e verifique se os freios, os limpadores, o sistema de ar quente, o desembaçador e os faróis estão funcionando corretamente. Verifique também o óleo e os demais fluídos do carro e se os pneus estão com a calibragem adequada. E claro, não esqueça da manutenção do ar-condicionado.

– Visibilidade

            No inverno, chuvas e neblina são muito comuns. Com elas, a visibilidade do motorista diminui consideravelmente, exigindo uma atenção redobrada. Diminua a velocidade, dobre a distância do veículo da frente e utilize os faróis, em luz baixa, mesmo durante o dia, eles irão facilitar a sua visão da via.  Se precisar parar, procure um local seguro. Como a visibilidade é menor, os outros motoristas podem não enxergar o seu carro e causar um acidente.

– Aquaplanagem e Subviragem

            O acúmulo de água ou o excesso de umidade na via podem deixar a direção mais pesada e perigosa. No caso da subviragem, as manobras em curvas se tornam mais difíceis graças à menor tração da estrada. Nesse caso, diminua sutilmente e devagar a velocidade e pise delicadamente no freio, mantendo seus reflexos ativos. Já em caso de Aquaplanagem, o risco de derrapagem aumenta, então reduza a velocidade ao passar por poças d’água e procure manter os pneus retos, irá ajudar caso o veículo derrape.

– Conforto do motorista

            Dirigir no inverno pode não ser a situação mais agradável de todas, já que as mãos e os pés ficam gelados e os casacos são pesados. Por isso, procure roupas e calçados mais leves e que te mantenham aquecido. Procure também manter uma temperatura agradável dentro do carro, não aquecendo demais o ambiente. Mantenha uma pequena parte da janela aberta, para que o ar possa circular. Assim, você conseguirá manter a atenção e terá reflexos bons em casos de emergência.

– Verifique as condições do tempo antes de sair

            Conferir a previsão do tempo antes de sair de casa pode evitar acidentes e imprevistos desnecessários. Verifique se você conhece a rota e se existem caminhos alternativos caso precise. Saia apenas para realizar o necessário, principalmente no período noturno e ao amanhecer, quando a neblina é mais densa.

O seu carro ferveu? Saiba o que fazer nesta situação

O superaquecimento, ou popularmente conhecido como a situação do carro ferver, é um problema bem comum e sujeito a todos os veículos que circulam nas vias, principalmente aqueles que ficam parados em congestionamentos e enfrentam diariamente grandes filas.

Estar preparado para este problema é uma das formas de evitar prejuízos maiores e acabar danificando ainda mais o sistema elétrico e mecânico do carro. Para isso, o primeiro passo é manter a revisão e a manutenção preventiva em dia, sempre utilizando e fazendo a troca de materiais que estão em condições ruins e substituindo os aditivos e óleos que compõem as funções do veículo.

Mas, como saber se o seu carro está fervendo? O primeiro sinal é indicado no painel do carro, quando uma luz preventiva amarela é acionada. No pior dos casos o carro elimina vapores do capô, indicando que o superaquecimento se encontra em uma situação mais grave, ou o aviso do painel troca para a cor vermelha.

Uma das formas de evitar este tipo de problema, ou até mesmo reduzir as suas consequências, é manter o líquido de arrefecimento dentro dos níveis indicados, este recurso é responsável por deixar a temperatura ideal no motor e possui uma concentração específica indicada pelo fabricante no manual do veículo.

Mesmo com o líquido de arrefecimento em dia e todos os aditivos recomendados, muitos carros enfrentam o superaquecimento, nestas situações eles são causados por problemas elétricos e mecânicos. Para isso o ideal é levar o veículo em uma oficina especializada o mais rápido possível.

Assim que perceber o superaquecimento você deve parar o veículo em um local seguro e desligar o motor. Para ajudar no resfriamento é indicado abrir o capô, mas cuidado, devido a alta temperatura determinadas áreas podem causar queimaduras se forem tocadas. Antes de realizar qualquer procedimento acione ajuda mecânica, guinchos ou reboque, somente profissionais especializados devem realizar a manutenção no veículo.

Jogar água fria no motor ou permanecer com o carro ligado nessa situação pode comprometer o funcionamento de diversas peças, uma boa dica para drenar o calor do motor é ligar o ar quente do carro. Esta dica pode ser utilizada quando o sinal amarelo for acionado no painel, mas nunca quando o veículo encontra-se em situação de emergência, ou seja quando a luz vermelha estiver acesa.

Uma vez estacionado em um local seguro, chame por ajuda ou espere o resfriamento do motor, que normalmente é de meia hora. Mesmo o carro voltando a funcionar corretamente o ideal é leva-lo para a oficina mais próxima e realizar a manutenção.

Como transportar crianças no carro com segurança?

Imagine a seguinte situação: você precisa transportar seu filho em seu carro todos os dias, porém, ainda não possui uma cadeirinha ou o assento recomendado. Você vai até uma loja que vende esses produtos e se depara com uma gama quase infinita de possibilidade e não faz a menor ideia de qual delas comprar. Essa situação lhe é familiar? Esse texto é para você.

Os modelos disponíveis no mercado atualmente são o bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação, indicados cada um para uma idade específica. O bebê conforto é recomendado para crianças de até 1 ano de idade ou até atingir os 13kg. Ele deve ser colocado voltado para o vidro traseiro do carro, agregando mais segurança ao transporte do bebê. Já a cadeirinha pode ser colocada de frente para o motorista e deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos de idade, pesando até 18kg. Por último, as crianças mais velhas precisam usar o assento de elevação até atingirem 1,45m de altura, com o cinto de segurança em três pontos, geralmente nas laterais do banco traseiro do veículo. Desse momento em diante até ela completar 10 anos, o transporte é feito no banco de trás com o cinto de segurança.

Algumas exceções se aplicam a essas normas, como por exemplo as pick-ups de cabine simples, que não possuem banco traseiro. Nesses casos, o ideal é colocar o dispositivo de retenção, seja ele o bebê conforto, a cadeirinha ou o assento de elevação, no banco da frente, desativar o airbag e posicionar o banco bem para trás, o máximo possível. O mesmo é válido para carros que na parte traseira possuem apenas o cinto subabdominal, o de apenas dois pontos.

Não se esqueça também de sempre procurar por produtos com o selo do INMETRO, eles foram testados e aprovados em testes de segurança, garantindo o cuidado necessário à sua criança, podendo reduzir em até 71% o risco de morte em casa de acidentes, desde que usados da maneira correta. O bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação são tão importantes para as crianças quanto o cinto de segurança para os adultos.

Revisão Elétrica

A parte elétrica do veículo tem como função alimentar todos os componentes elétricos, fazendo com que eles funcionem da melhor maneira possível e com toda a potência e capacidade que o carro necessita para desempenhar todas as suas funções. Esta parte é composta pela bateria e pelo alternador, além de toda fiação que leva os estímulos e dependentes elétricos, que tem como objetivo levar a informação até as peças responsáveis.

O alternador é uma das peças que necessita atenção, pois é ele que recarrega a bateria, fazendo com que ela funcione da maneira correta e esteja sempre carregada, já que é a parte do veículo responsável por fornecer energia. Mas, e qual a função desse sistema para o veículo? Simples, é o sistema elétrico que faz as outras peças funcionarem, já que praticamente todas necessitam de energia. Sendo assim, se o sistema elétrico do seu carro está em péssimas condições é muito provável que ele não saia do lugar.

Reunimos alguns cuidados e dicas que você deve ter com essas peças, para proteger e aumentar a duração dos componentes deste sistema. Alguns sinais fazem com que o condutor perceba que o sistema elétrico está falhando ou precisando de manutenção, são eles: partida pesada, luzes fracas, rachaduras na bateria, dificuldade de dar a partida. Estes sinais podem ser percebidos durante o dia a dia do condutor.

Sobre a durabilidade deste sistema e das peças que o compõem, depende muito do modelo e do uso do carro, sendo assim difícil estipular um prazo, normalmente a bateria dura até 4 anos, algumas duram menos, dependendo da manutenção, instalação e qualidade. O alternador não possui vida útil, também vai depender dos hábitos de utilização.

Os problemas mais comuns que podem ser encontrados neste sistema são falhas na bateria, quando ela não consegue mais armazenar carga e não fornece mais a carga suficiente para o motor funcionar, além disso, o alternador pode danificar, não levando assim o carregamento para a bateria, o fusível pode queimar ou ter falhas no sistema de ignição ou nas velas, causando assim maiores problemas.

O principal meio de evitar estes problemas é realizar a revisão elétrica no veículo, com este serviço são analisados todos os componentes do sistema elétrico, tanto na bateria, como nas luzes, fios de aterramento, descarga e alternador. Alguns testes podem ser feitos em casa, apenas como uma forma de verificar possíveis falhas, como o teste dos faróis, o ideal é aproximar a traseira do carro em uma parede e, com ele ligado, acender as luzes dos painéis, conferindo assim se todas estão funcionando da maneira correta, como luzes de freio, ré, sinais de trânsito, entre outras.

Para verificar testes de bateria e do alternador o ideal é procurar um profissional da área, ele poderá atestar quais são os defeitos e qual a peça que deve ser trocada ou reparada. Sentiu alguma falha no sistema elétrico do seu veículo? Leve até o profissional de sua confiança e corrija o problema antes de acontecer maior prejuízo.

Como dimensionar corretamente a sua garagem?

Ao iniciar a construção de uma casa, uma das dúvidas mais pertinentes é o tamanho ideal para a garagem, já que existem diversos modelos de carros com tamanhos e dimensões diferentes. Há algumas sugestões para esse momento e elas envolvem a quantidade de veículos, a altura, o comprimento e a largura dos mesmos, voltadas para evitar danos na lataria ao abrir e fechar portas e ao circular pelo interior da garagem.
         

Primeiramente é preciso que você analise seu carro, qual é o modelo? É um carro mini, comum ou uma picape? Você pretende trocar esse carro logo? O modelo será o mesmo ou um pouco maior, mais encorpado? Respondida essas perguntas, vamos às medidas:
         

Porta da garagem:

A função de uma porta é óbvia: sair através dela com o seu veículo. Porém, se calculada de maneira errada, pode se tornar uma dor de cabeça para o motorista todas as vezes que for sair de casa. Para a porta, encontre a seguinte medida do seu carro: a largura incluindo os espelhos retrovisores. Caso seu carro possua a função de dobrar esses espelhos, verifique se eles dobram facilmente ou não e qual é a medida com eles nessa posição. Tendo essas medidas, você já possui a largura mínima da sua porta. O mesmo é válido para a altura, verifique todos os detalhes, se seu carro possui ou não racks e se você pretende entrar com objetos em cima dele na garagem.
         

Parte interna:          

Ao entrar na garagem, precisamos conseguir sair de dentro do carro. Para que isso possa ser feito com conforto, o ideal é que a distância entre carro e a parede seja de 6cm a 76 cm. Então, para essa parte, você precisa medir o comprimento e a largura do seu veículo. Para garagens duplas ou triplas, leve em consideração o espaço entre os carros, a posição em que eles irão ficar e, novamente, o espaço necessário para abrir as portas e ou o porta-malas.

Quando pensamos na altura de uma garagem, elas geralmente são um pouco menores que os demais cômodos, mas leve em consideração a utilidade da sua garagem: ela será apenas para os carros ou irá ser também um espaço de armazenamento? Se esse for o seu caso, leve em consideração armários, suportes e todo o resto que você poderá precisar.

Para aumentar ainda mais a sua facilidade, alguns sites de montadoras oferecem tabelas com as medidas de seus carros ou então, você pode consultar o manual e verificar se elas estão lá. Dessa forma, sua garagem se tornará útil e facilitará muito mais o seu deslocamento diário, além de não danificar seu veículo. Sempre opte por deixar um espaço extra, nunca escolha reduzir medidas antes de ter todas as dimensões necessárias.

Danos de andar com o carro na reserva

O seu carro chegou na reserva, mas você ainda não foi abastecer? Será que esta prática de continuar rodando, mesmo com pouco combustível, traz alguma consequência para o veículo? É isso que nós vamos te explicar no post de hoje.

Muitos motoristas possuem o hábito de deixar o carro chegar ao nível de reserva para então abastecer, muitas vezes pelo fato dos postos de combustível contarem com grandes filas, ou por terem pouco tempo para realizar esta atividade. A quantidade da reserva do veículo é muito relativa, esta variação se diz pelo fato do modelo do carro ou da montadora, mas o comum encontrado é de 5 à 8 litros. Muitos pensam que a reserva se encontra em um tanque extra, mas não, ela é apenas uma porcentagem do próprio tanque do carro que quando alcançada a quantidade determinada faz um aviso aparecer no painel.

Como não é certa a porcentagem de combustível que ainda resta no tanque, fica difícil calcular qual a quilometragem que o veículo ainda consegue percorrer após o sinal de alerta ser emitido, por isso a reserva deve ser utilizada apenas para casos emergenciais, o recomendado é sempre procurar o posto mais próximo e parar para abastecer.

Os danos de transitar com o carro na reserva vão muito além de ficar sem combustível, vale lembrar que a pane seca, como é chamada quando o veículo para de andar devido à falta, é regulamentada como infração de trânsito pelo Código de Trânsito Brasileiro, podendo gerar multa para o condutor, com aplicação de pontos na carteira e remoção do veículo do local. Além disso, a prática de andar na reserva traz dados materiais, a bomba de combustível é uma das principais afetadas, pois ela é responsável por alimentar o motor, e utiliza o próprio líquido como meio de resfriamento. Se o tanque se encontra vazio, ou com pouco recurso, pode ser que o resfriamento não seja feito corretamente, provocando o superaquecimento das suas funções.

Outro ponto que devemos analisar é que as impurezas do combustível sofrem o processo de decantação, com isso toda a sujeira encontrada no líquido é acumulada no fundo do tanque, com a falta deste recurso a bomba de combustível pode levar ao motor sujeira e impurezas, provocando assim falhas tanto na bomba, como consequentemente no motor do veículo.

Quer evitar todo este prejuízo e não sofrer com a falta de combustível? O recomendado é abastecer o carro quando ele chegar à marca de ¼ do tanque todo, fazendo com que ele esteja sempre em um nível adequado e o carro continue rodando sem falhas.