Conheça como funciona o Rodízio de Pneus!

Você já fez o rodízio de pneus alguma vez no seu carro? Ou sabe quais são os benefícios e as desvantagens dessa prática? Confira no post de hoje todas as dicas que separamos!

O rodízio dos pneus parece ser algo super fácil e simples, pois afinal é apenas inverter a ordem dos pneus, não é mesmo? Mas não! Esta prática envolve diversas análises de peso, condições do veículo, tipos de pneus utilizados e locais que o veículo transita. Fazer o rodízio do pneu do seu carro é uma das formas de revezar o posicionamento e proporcionar o desgaste uniforme dos pneus e todas as peças que compõem o sistema de rodagem.

Muitos especialistas julgam o rodízio de pneus como algo desnecessário ou até mesmo não eficaz, mas a alternância desse componente permite o aumento da vida útil dos acessórios, aumentando assim o tempo de manutenção. Mas é importante lembrar que mesmo com o rodízio é necessário realizar a revisão do veículo com periodicidade, a fim de evitar possíveis prejuízos futuros e acidentes, é na revisão que as possíveis falhas são detectadas e corrigidas.

Mas, e o estepe? Quando falamos em rodízio dos pneus, muitos o esquecem, o ideal é que entre na mesma sequência utilizada nos pneus que estão em uso normalmente, não apenas servindo como um pneu auxiliar, mas sim como um componente do sistema de rodagem. Ninguém quer passar por uma situação de emergência e se deparar com o estepe em péssimas condições, não é mesmo? Por isso, mantenha este pneu sempre bem cuidado, como os outros utilizados pelo carro.

Agora que você já sabe alguns dos benefícios do rodízio dos pneus, confira como ele funciona, separamos dois tipos de rodízio para te ajudar na hora de fazer a troca no seu carro, mas lembre-se sempre de procurar um especialista na área para lhe auxiliar. É importante saber também que este procedimento é utilizado em carros que possuem tração traseira, para tração dianteira ou carros 4×4 a troca é diferente.

Rodízio Simples

O primeiro modelo de rodízio é aquele em que os pneus são trocados apenas em duplas, onde os dianteiros vão para a parte traseira, já que os dianteiros na maioria das vezes possuem um desgaste menor em relação aos outros. Assim, os pneus menos desgastados são colocados para a parte que necessita de maior tração. Na compra dos pneus, se for feito apenas a compra de dois, o que não é indicado, o ideal é sempre colocar na parte traseira, e jogar os de trás para frente, mantendo assim os pneus novos onde há mais desgaste.

Rodízio em X

Neste modelo segue o mesmo princípio do rodízio simples, mas junto com a troca para a parte dianteira é feita a troca de lados, então se coloca os traseiros na frente e o direito na esquerda, respectivamente. É importante sempre verificar a tração do veículo, pois a partir dela que o rodízio será executado de forma segura.

O estepe deve sempre entrar no eixo dianteiro, e de preferência no lado direito, garantindo assim que ele não estrague por falta de uso ou má condição, além disso, é necessário que o rodízio seja feito dentro da regularidade e do prazo indicado que é de 5.000km até 10.000km.

E agora? Fazer ou não fazer o rodízio? Consulte o seu mecânico de confiança e saiba qual é o melhor para o seu veículo, saber analisar a condição dos pneus que está utilizando também é recomendado, pneus muitos desgastados não servem para fazer esta troca, o ideal é trocar os 4 pneus por novos e manter o seu carro rodando com segurança.

Alinhamento e Balanceamento. Por que fazer?

Muitas vezes ao dirigirmos uma longa distância, ou mesmo no dia a dia, é possível sentir alguma dificuldade em conduzir o veículo em linha reta ou o mesmo puxando mais para a direita ou para a esquerda. Barulhos fora do comum em certas velocidades também podem ser sentidos. Nada de anormal em um veículo é um bom sinal. Procedimentos simples feitos em oficinas mecânicas podem evitar que esses pequenos problemas se tornem dores de cabeça e tragam gastos desnecessários.
         

O alinhamento é indicado após ocorrer a passagem por algum buraco, pedra ou alguma pista muito irregular que possa ter causado o deslocamento da suspensão, deixando a direção do seu carro instável. Outro ponto que pode ser percebido quando há algo de errado com o alinhamento do veículo é o desgaste estranho dos pneus, principalmente nas bordas. Ao perceber sinais parecidos com esses, procure uma oficina mecânica. O procedimento é indicado também quando há a substituição dos pneus por novos e em toda revisão estipulada pelo fabricante.

Outro procedimento que envolve essa parte do carro e que tem igual importância quando comparado com o anterior é o balanceamento. Ele deve ser feito quando você perceber alguma roda trepidando de um lado para o outro ou vibrações no volante, deixando a direção instável e certas manobras mais difíceis de serem executadas. Na oficina mecânica, o balanceamento será feito para equilibrar o conjunto dos pneus e das rodas do carro, devolvendo a estabilidade à direção. Ele deve ser feito a cada 10.000 km rodados ou quando houver a substituição ou algum reparo nos pneus e câmaras de ar ou sempre que se substituir peças do conjunto rodante, como peças da suspensão, pastilhas de freios e rolamento da roda. 

 A recomendação é que os dois procedimentos sejam feitos juntos, já que um complementa o outro. Evitar o desgaste precoce dos pneus evita prejuízos financeiros e garante mais segurança para o motorista e passageiros. Procure uma oficina mecânica.

Kit para emergências que você deve ter no carro

Ter alguns acessórios ou ferramentas no seu carro pode evitar maiores problemas e até mesmo poupar o seu tempo na estrada caso aconteça algum imprevisto. Você sabe quais acessórios são importantes? Confira o kit emergência que montamos com alguns itens essenciais para tirar você de algumas situações complicadas.

  1. Lanterna: O seu carro estragou no meio da noite? Sempre é bom ter uma lanterna carregada em seu veículo, além de ser útil caso ocorra algo a noite, é importante para enxergar melhor algumas partes internas do seu carro.
  2. Kit Primeiros Socorros: Utilizado para tratar ferimentos leves, um bom kit de primeiros socorros é sempre importante, ainda mais em viagens. Existem kits prontos para serem comprados nas farmácias, mas o ideal é ter gazes, ataduras, tesoura, antisséptico e luvas. Remédios para dor de cabeça, tontura, enjoo ou algum desconforto também são importantes, lembrando sempre que esses produtos possuem prazo de validade.
  3. Ferramentas: Não é necessário carregar diversas ferramentas no seu carro, mas algumas, como chave Phillips, chaves de fenda, alicates, tesoura, chaves combinadas e inglesas, podem te ajudar em algumas situações. É importante manter essas ferramentas juntas no mesmo local do carro, normalmente o porta-malas, assim fica mais prático quando for usar. Reúna as ferramentas em uma caixa, de preferencia resistente e a prova de água, com compartimentos para organizar.
  4. Cabo de Recarga de Bateria: Ficar sem bateria no carro não é uma opção para nós. Por isso, um bom cabo de recarga também deve ser adicionado ao kit de ferramentas para dar início a bateria ou até mesmo fornecer uma carga ao veículo.

Já está com o seu kit pronto? Monte o seu e vá para qualquer lugar preparado!

Cuidados que você deve ter com o estepe

Sempre falamos da importância de ter a manutenção dos pneus em dia, mas muitos motoristas esquecem de conferir as condições do estepe do carro, não é mesmo? Quando foi a última vez que você conferiu como está o seu? No post de hoje vamos passar algumas dicas e orientações sobre essa parte do carro.

O estepe nada mais é do que o pneu reserva do seu carro. Caso aconteça algo com algum dos pneus ele deve ser usado para substituir, tornando o processo muitas vezes mais rápido do que chamar o seguro. Além de servir como uma segurança/garantia, o estepe é um item obrigatório no carro previsto por lei. Caso você não esteja com ele no carro a punição prevista é de cinco pontos na carteira mais multa de R$195,23.

Para garantir que o estepe do seu carro está em boas condições é necessário conferir a data de validade. Pneus fora da validade podem causar ressecamento da borracha e consequentemente estouros ou danos ao carro, a data normalmente está escrita na lateral do pneu com as iniciais “DOT”. Lembrando que a validade dos pneus é de normalmente 6 anos, sendo usado este prazo também para o estepe.

Para evitar maiores problemas, sempre mantenha o estepe calibrado, pois mesmo estando guardado, este pneu também perde pressão conforme o tempo. A pressão indicada para o pneu reserva é informada no manual do veículo, mas alguns motoristas preferem calibrar com a mesma pressão dos outros pneus, ou um pouco acima.

O tamanho do estepe também é muito importante ser analisado, se o tamanho do aro dos pneus for alterado, é necessário que o estepe também seja alterado. Aros com tamanhos diferentes podem provocar desgaste precoce dos pneus e afetar a geometria do carro.

Com essas dicas o estepe do seu carro ficará sempre pronto para te ajudar, mas lembre-se, o estepe é um pneu reserva, não deve ser utilizado por muito tempo, o recomendado é que a substituição seja feita assim que possível.

 

Você sabe como funcionam os sensores para carros?

A tecnologia está cada vez mais presente nas nossas vidas, ainda mais quando o assunto é carro. Muitas das manutenções atualmente são realizadas através de computadores e programações, ao invés de serem usadas ferramentas. Com base nisso, separamos algumas informações sobre os sensores utilizados nos automóveis, os quais deixam a direção mais segura e oferecem ao condutor uma maior comodidade e conforto na hora de sair dirigindo.

Os sensores para carros coletam dados e sinais importantes para o motorista, com o objetivo de tornar a direção algo cada vez mais seguro e tranquilo. Estes dados são gerados para o condutor de diversas formas, podem ser sonoras ou visuais, podendo ser sinalizados no painel do carro ou através de sinais sonoros emitidos pelos sistemas.

Os principais sensores encontrados nos carros são o de estacionamento traseiro e funcionamento do motor, mas alguns carros contam com sensor de ponto cego, pedestres, leitores de placas ou obstáculos. Tudo pensado para evitar acidentes e prejuízos futuros ao motorista.

A maioria dos sensores podem ser instaladas em qualquer modelo de carro, desde que esta instalação seja feita de forma correta e não afete nenhum componente do automóvel. Para isso é recomendado que os sensores sejam instalados por profissionais experientes e que utilizem os materiais corretos.

Antes de fazer a instalação de algum sensor no seu carro é importante verificar a tensão elétrica do seu veículo, ela deve ser de 12 volts, a qual é padrão nos carros, mas se quiser conferir, esta informação é encontrada do manual do carro.

Com essas informações e com os sensores instalados corretamente fica muito mais fácil e seguro sair dirigindo com o seu carro!

Juntas Homocinéticas – você sabe qual é a função?

Você sabe qual a função da Junta Homocinética? Ela é um componente com simples funcionamento e manutenção, mas que possui grande importância na mecânica do automóvel.

As Juntas Homocinéticas têm como função a transmissão da força do motor para as rodas de tração, fazendo com que, mesmo em condições diferenciadas, o carro não perca tração e consequentemente potência. Sem este recurso, ao passar em buracos e desníveis, as rodas podem não funcionar corretamente ou até mesmo travar o carro.

A manutenção deste componente é simples, podendo ser realizada a cada 50.000km, vale lembrar que algumas podem não precisar de manutenção em toda a vida útil do veículo, mas alguns cuidados podem ser tomados para aumentar a durabilidade ou até mesmo para fazer a troca desta peça, como evitar buracos, grandes arrancadas ou personalizações mal feitas, as quais podem causar rachaduras e danificar este sistema.

É importante sempre manter a geometria original da suspensão, cuidar dos coxins, os quais ajudam a manter o alinhamento de um conjunto de peças, fazer a cambagem certa, aplicar o torque recomendado e não reutilizar a graxa ou a coifa, pois os mesmos podem diminuir a vida útil da peça.

Sendo composta por um sistema simples de rolamentos, a junta homocinética é essencial para o pleno funcionamento do veículo, e com alguns cuidados pode não trazer problemas ao motorista, mas se não houver a manutenção no tempo certo pode causar sérios acidentes.

Transporte a sua bike de forma segura

Levar a bike para os finais de semana na praia ou no campo é uma exigência da maioria dos motoristas que buscam por sossego e tranquilidade nas férias de verão. Mas você sabe qual é a maneira correta de fazer este transporte sem oferecer riscos à segurança?

Antes de colocarmos a bike no carro é necessário verificar a capacidade de carga do seu veículo. Preste atenção nas informações contidas no manual e nas bagagens já carregadas, a sobrecarga do veículo ocasiona desgaste precoce de peças e pode até mesmo causar acidentes.

Além disso, segundo a regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito, é importante que ao ser acoplada ao veículo a bicicleta não deve atrapalhar a visibilidade da placa ou luzes e refletores, nem comprometer a estabilidade ou a condução.

Bikes transportadas na parte externa do veículo devem possuir dispositivos apropriados, podendo ser móveis ou fixos, e acoplados diretamente no veículo ou ao reboque. Estes dispositivos, chamados de racks, causam certas dúvidas ao motorista, confira as dicas que separamos para você sobre este assunto:

Antes de adquirir o suporte ideal para o seu veículo é importante analisar o caminho que vai ser feito e o tamanho do seu carro, nesta escolha devem ser levados em consideração os aspectos que citamos anteriormente, como visibilidade, segurança e tamanho.

Existem três tipos de suportes mais comuns: traseiro, de teto e acoplado ou engate. O rack traseiro é mais fácil de ser instalado e não é necessário que a bicicleta seja desmontada para o transporte, além de ser mais barato e mais prático é o suporte que requer mais atenção. Devem ser analisados a altura da bike, pois ela não pode encostar no chão durante o trajeto, e a visibilidade da placa, caso a placa seja afetada pela bike, é necessário o uso de uma segunda placa anexada a bicicleta.

O suporte de teto, normalmente utilizado em rodovias, possui um custo mais elevado, evita que a placa seja afetada e deixa a traseira do veículo livre, evitando perdas e colisões e facilitando caso o condutor precisa ter acesso ao porta-malas do carro. A utilização deste tipo de rack requer atenção do motorista pelo percurso, evitando galhos de árvores ou passarelas mais baixas.

E por fim, o suporte acoplado, ou chamado também de engate, sua principal vantagem e uma das razões que faz com que os motoristas escolham esse tipo de rack é o fácil acesso, já que não é necessária força para colocar a bike no suporte. Entretanto, este modelo compromete o acesso ao porta-malas após instalado e necessita de aprovação do Departamento de Trânsito (Detran).

Com essas dicas fazer o transporte da sua bike ficou muito mais fácil e seguro! Escolha o modelo adequado para o seu estilo de vida e principalmente para o modelo do seu carro e curta o final de semana sem preocupações.

É normal baixar o nível do líquido do radiador?

Checar o nível do líquido do radiador é uma atividade normal de quem tem carro, mesmo que você não faça sozinho, às vezes o frentista se dispõe a verificar enquanto seu carro é abastecido. E se seu sistema de arrefecimento estiver 100%, o nível do líquido estará exatamente no mesmo lugar da última verificação. Uma pequena baixa no líquido pode ser considerada normal, porém se você acaba completando com um copo cheio toda semana, provavelmente alguma coisa está errada.

Continue lendo “É normal baixar o nível do líquido do radiador?”

O carro quebrou, e agora?

Só para quem usa carro diariamente e é dependente deste bem sabe que a situação mais chata que existe é quando você está dirigindo seu veiculo na maior tranqüilidade indo para o trabalho, indo estudar, ou para aquela reunião super importante e até mesmo aquele evento esperado e planejado, e no meio do caminho para o seu destino o veiculo estraga. Não tem coisa mais frustrante do que precisar de sua máquina e ela te deixar na mão, neste momento é difícil parar para pensar, mas não tem outra alternativa, o negócio é ir atrás dos meios disponíveis e encontrar a solução para o seu problema.

Continue lendo “O carro quebrou, e agora?”