Como transportar o seu pet dentro do carro?

Levar o pet junto em passeios em família, viagens ou saídas rápidas ficou muito mais frequente nos últimos anos e já faz parte da rotina diária de muitas pessoas. O transporte desses animaizinhos é permitido, porém requer alguns cuidados especiais que respeitem a legislação de trânsito atual e que garantam a segurança do seu companheiro.

          Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, transportar o animal solto dentro do veículo, seja ele no banco de trás, com as patas ou a cabeça para fora da janela, na carroceira de caminhonetes ou entre os braços e pernas do motorista, é uma prática proibida que pode gerar uma multa e pontuação na habilitação. Além, claro, de todo o risco para o animal e para as outras pessoas no veículo.

          Para evitar qualquer acidente ou incômodos desnecessários durante o passeio, algumas opções de transportes seguros estão disponíveis no mercado. Para escolher o mais adequando, leve em consideração o temperamento do seu pet, se ele se sente bem em ambientes fechados, por exemplo, o tamanho e a disponibilidade de espaço dentro do veículo.

Caixinha de transporte

          Esse é o método mais conhecido e também o mais seguro para o transporte de cachorros e gatos. Facilmente encontradas no mercado, as caixinhas de transporte estão disponíveis em diversos tamanhos e são colocadas no banco do carro, presas ao cinto de segurança, evitando movimentos bruscos em manobras mais rápidas e em curvas.

          O mais importante antes de utilizá-la e acostumar o seu pet ao interior da caixa e se certificar de que há espaço suficiente para ele se movimentar. Para isso, compre-a com antecedência e vá aos poucos inserindo ela na vida do animal, deixando– o por alguns minutos e aumentando gradativamente esse tempo até o dia da viagem.

Cinto de segurança peitoral

          Esse método por ser usado por pets de todos os tamanhos, inclusive os maiores. Ele funciona como uma guia comum, mas que pode ser acoplada ao cinto de segurança do veículo, protegendo o animal de trancos durante o percurso. Além disso, pode representar uma alternativa mais confortável, já que ele não vai ficar preso em um espaço pequeno, como na caixa de transporte, mas vai estar em segurança e não interferirá no motorista.

          Se a sua preocupação for a higiene do banco traseiro, já que muitas vezes os animais soltam pelo, uma indicação é a capa de proteção impermeável que, além de proteger o assento, traz mais conforto para o pet.

Assento Cadeirinha

          A cadeirinha é semelhante a um cesto, indicada para animais pequenos, com até 10kg. É a forma mais confortável de transportar seu pet, já que ele não vai preso dentro da caixa, e proporciona mais visibilidade para ele durante a viagem.

          A cadeirinha fica presa pelo cinto de segurança do veículo e o pet preso dentro dela pela guia.

Grade de segurança

          A grade de segurança é indicada para o transporte de animais maiores e deve ser usado junto com o cinto de segurança. Ela está disponível em diversos tamanhos e modelos e é colocada entre o banco da frente e o de trás, assim o pet não consegue colocar a cabeça para a frente, não interferindo na direção e na atenção do motorista.

          Existem diversos modos de proteger o seu pet durante a viagem, você só precisa escolher qual se adapta melhor às características dele e curtir o passeio. O indicado é sempre manter o carro bem ventilado e com uma temperatura agradável e não alimentar o animal em excesso antes da viagem. Porém, é importante lembrar que alguns animais podem não gostar de passear dentro de carros em movimento. Opte por passeios a pé para evitar o estresse e o desconforto do pet.

Dicas para viajar de carro no verão

Você é daquelas pessoas que vai aproveitar a estação mais quente do ano para viajar e conhecer novos lugares? Viajar de carro no verão necessita alguns cuidados, principalmente para evitar problemas ao condutor, passageiros e para o próprio veículo.

Se o seu carro possui ar condicionado, o ideal é fazer uma revisão em todo este sistema antes de sair de férias, assim como uma limpeza nos filtros, para não passar por perrengues durante o trajeto. Vale lembrar que, mesmo sendo um recurso que proporciona alívio do calor, é importante não abusar. As variações bruscas de temperatura podem ser prejudiciais à saúde, causando resfriados e diversas outras doenças.

Viajar por longos períodos necessita, muitas das vezes, paradas para descanso, alimentação e assistência. Não se esqueça de sempre levar garrafas de água e lanches rápidos e práticos para o trajeto. E não se limite em apenas uma garrafa, o ideal é possuir abastecimento suficiente para o trajeto todo e ao alcance de todos os passageiros.

Já sabe qual horário vai sair de casa? Evite horários de pico onde a circulação de veículos é mais intensa. Diversos aplicativos oferecem informações do tráfego de veículos em determinado trecho, alertando para possíveis trajetos com filas e fazendo você economizar tempo dirigindo. Se a sua viagem for longa, planeje paradas para descanso. Para o motorista, longos períodos de condução tornam-se cansativos, por isso procure a cada 2 ou 3 horas parar para esticar as pernas e se a viagem contar com a presença de crianças é recomendado tirá-las da cadeirinha neste momento.

Viajar de carro no calor é uma tarefa bastante complexa para famílias que contam com crianças, para manter esta atividade mais confortável para todos dê preferência para roupas leves e suaves. Para as crianças que utilizam cadeirinhas é importante que o tecido não seja grosso e quente, já que o próprio equipamento de segurança possui camadas extras de tecidos e proteção, fazendo com que a temperatura de contato seja maior e, consequentemente, causa um desconforto maior.

Agora que você já sabe quais são as principais dicas para enfrentar o verão nas estradas, saia de férias tranquilo e tenha o melhor conforto na hora de conhecer novos destinos!

Como transportar crianças no carro com segurança?

Imagine a seguinte situação: você precisa transportar seu filho em seu carro todos os dias, porém, ainda não possui uma cadeirinha ou o assento recomendado. Você vai até uma loja que vende esses produtos e se depara com uma gama quase infinita de possibilidade e não faz a menor ideia de qual delas comprar. Essa situação lhe é familiar? Esse texto é para você.

Os modelos disponíveis no mercado atualmente são o bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação, indicados cada um para uma idade específica. O bebê conforto é recomendado para crianças de até 1 ano de idade ou até atingir os 13kg. Ele deve ser colocado voltado para o vidro traseiro do carro, agregando mais segurança ao transporte do bebê. Já a cadeirinha pode ser colocada de frente para o motorista e deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos de idade, pesando até 18kg. Por último, as crianças mais velhas precisam usar o assento de elevação até atingirem 1,45m de altura, com o cinto de segurança em três pontos, geralmente nas laterais do banco traseiro do veículo. Desse momento em diante até ela completar 10 anos, o transporte é feito no banco de trás com o cinto de segurança.

Algumas exceções se aplicam a essas normas, como por exemplo as pick-ups de cabine simples, que não possuem banco traseiro. Nesses casos, o ideal é colocar o dispositivo de retenção, seja ele o bebê conforto, a cadeirinha ou o assento de elevação, no banco da frente, desativar o airbag e posicionar o banco bem para trás, o máximo possível. O mesmo é válido para carros que na parte traseira possuem apenas o cinto subabdominal, o de apenas dois pontos.

Não se esqueça também de sempre procurar por produtos com o selo do INMETRO, eles foram testados e aprovados em testes de segurança, garantindo o cuidado necessário à sua criança, podendo reduzir em até 71% o risco de morte em casa de acidentes, desde que usados da maneira correta. O bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação são tão importantes para as crianças quanto o cinto de segurança para os adultos.

Como dimensionar corretamente a sua garagem?

Ao iniciar a construção de uma casa, uma das dúvidas mais pertinentes é o tamanho ideal para a garagem, já que existem diversos modelos de carros com tamanhos e dimensões diferentes. Há algumas sugestões para esse momento e elas envolvem a quantidade de veículos, a altura, o comprimento e a largura dos mesmos, voltadas para evitar danos na lataria ao abrir e fechar portas e ao circular pelo interior da garagem.
         

Primeiramente é preciso que você analise seu carro, qual é o modelo? É um carro mini, comum ou uma picape? Você pretende trocar esse carro logo? O modelo será o mesmo ou um pouco maior, mais encorpado? Respondida essas perguntas, vamos às medidas:
         

Porta da garagem:

A função de uma porta é óbvia: sair através dela com o seu veículo. Porém, se calculada de maneira errada, pode se tornar uma dor de cabeça para o motorista todas as vezes que for sair de casa. Para a porta, encontre a seguinte medida do seu carro: a largura incluindo os espelhos retrovisores. Caso seu carro possua a função de dobrar esses espelhos, verifique se eles dobram facilmente ou não e qual é a medida com eles nessa posição. Tendo essas medidas, você já possui a largura mínima da sua porta. O mesmo é válido para a altura, verifique todos os detalhes, se seu carro possui ou não racks e se você pretende entrar com objetos em cima dele na garagem.
         

Parte interna:          

Ao entrar na garagem, precisamos conseguir sair de dentro do carro. Para que isso possa ser feito com conforto, o ideal é que a distância entre carro e a parede seja de 6cm a 76 cm. Então, para essa parte, você precisa medir o comprimento e a largura do seu veículo. Para garagens duplas ou triplas, leve em consideração o espaço entre os carros, a posição em que eles irão ficar e, novamente, o espaço necessário para abrir as portas e ou o porta-malas.

Quando pensamos na altura de uma garagem, elas geralmente são um pouco menores que os demais cômodos, mas leve em consideração a utilidade da sua garagem: ela será apenas para os carros ou irá ser também um espaço de armazenamento? Se esse for o seu caso, leve em consideração armários, suportes e todo o resto que você poderá precisar.

Para aumentar ainda mais a sua facilidade, alguns sites de montadoras oferecem tabelas com as medidas de seus carros ou então, você pode consultar o manual e verificar se elas estão lá. Dessa forma, sua garagem se tornará útil e facilitará muito mais o seu deslocamento diário, além de não danificar seu veículo. Sempre opte por deixar um espaço extra, nunca escolha reduzir medidas antes de ter todas as dimensões necessárias.

Danos de andar com o carro na reserva

O seu carro chegou na reserva, mas você ainda não foi abastecer? Será que esta prática de continuar rodando, mesmo com pouco combustível, traz alguma consequência para o veículo? É isso que nós vamos te explicar no post de hoje.

Muitos motoristas possuem o hábito de deixar o carro chegar ao nível de reserva para então abastecer, muitas vezes pelo fato dos postos de combustível contarem com grandes filas, ou por terem pouco tempo para realizar esta atividade. A quantidade da reserva do veículo é muito relativa, esta variação se diz pelo fato do modelo do carro ou da montadora, mas o comum encontrado é de 5 à 8 litros. Muitos pensam que a reserva se encontra em um tanque extra, mas não, ela é apenas uma porcentagem do próprio tanque do carro que quando alcançada a quantidade determinada faz um aviso aparecer no painel.

Como não é certa a porcentagem de combustível que ainda resta no tanque, fica difícil calcular qual a quilometragem que o veículo ainda consegue percorrer após o sinal de alerta ser emitido, por isso a reserva deve ser utilizada apenas para casos emergenciais, o recomendado é sempre procurar o posto mais próximo e parar para abastecer.

Os danos de transitar com o carro na reserva vão muito além de ficar sem combustível, vale lembrar que a pane seca, como é chamada quando o veículo para de andar devido à falta, é regulamentada como infração de trânsito pelo Código de Trânsito Brasileiro, podendo gerar multa para o condutor, com aplicação de pontos na carteira e remoção do veículo do local. Além disso, a prática de andar na reserva traz dados materiais, a bomba de combustível é uma das principais afetadas, pois ela é responsável por alimentar o motor, e utiliza o próprio líquido como meio de resfriamento. Se o tanque se encontra vazio, ou com pouco recurso, pode ser que o resfriamento não seja feito corretamente, provocando o superaquecimento das suas funções.

Outro ponto que devemos analisar é que as impurezas do combustível sofrem o processo de decantação, com isso toda a sujeira encontrada no líquido é acumulada no fundo do tanque, com a falta deste recurso a bomba de combustível pode levar ao motor sujeira e impurezas, provocando assim falhas tanto na bomba, como consequentemente no motor do veículo.

Quer evitar todo este prejuízo e não sofrer com a falta de combustível? O recomendado é abastecer o carro quando ele chegar à marca de ¼ do tanque todo, fazendo com que ele esteja sempre em um nível adequado e o carro continue rodando sem falhas. 

Nova Placa – Padrão Unificado Mercosul

Muitos ainda têm dúvidas em relação ao novo padrão da placa adotado pelos países do Mercosul, não é mesmo? Principalmente pelo prazo de adoção do novo layout ter sido adiado tantas vezes, deixando os motoristas confusos em relação a sua implementação. Confira no post de hoje todas as informações sobre este assunto.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) adiou para o dia 30 de junho de 2019 o prazo de adoção dos estados para o novo padrão das placas automotivas. Com isso, os novos carros emplacados, ou aqueles que forem transferidos de municípios ou donos, deverão contar com o novo padrão estabelecido conforme a legislação.

Mas, você sabe qual foi o motivo dessa mudança no padrão? Ele foi definido em 2014, e desde lá vem causando dúvidas aos condutores, fazendo com que muitos achem que essa mudança não afetará em nada. O emplacamento unificado já é utilizado pelo Paraguai e Uruguai, e esta proposta foi feita para unificar o banco de dados entre os países membros do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela), facilitando assim o combate ao tráfico de veículos roubados.

Vale lembrar que este padrão será obrigatório para carros que serão emplacados pela primeira vez ou que serão transferidos, se o seu carro não sofrerá nenhuma dessas atividades você pode circular normalmente com a placa antiga. Mas, se quiser adotar o novo padrão, é só procurar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) mais próximo para efetuar o emplacamento.

Outra curiosidade que a placa unificada possui é que se o veículo emplacado com o novo padrão se mudar de propriedade ou município ele não necessita a mudança de placa, como ocorre no modelo atual. Em relação a segurança, o novo modelo conta com a código de barras e QR Code, além de padronização do fundo branco e o aumento da identificação, devido ao fato de conter mais letras do que números.

Juntas Homocinéticas – você sabe qual é a função?

Você sabe qual a função da Junta Homocinética? Ela é um componente com simples funcionamento e manutenção, mas que possui grande importância na mecânica do automóvel.

As Juntas Homocinéticas têm como função a transmissão da força do motor para as rodas de tração, fazendo com que, mesmo em condições diferenciadas, o carro não perca tração e consequentemente potência. Sem este recurso, ao passar em buracos e desníveis, as rodas podem não funcionar corretamente ou até mesmo travar o carro.

A manutenção deste componente é simples, podendo ser realizada a cada 50.000km, vale lembrar que algumas podem não precisar de manutenção em toda a vida útil do veículo, mas alguns cuidados podem ser tomados para aumentar a durabilidade ou até mesmo para fazer a troca desta peça, como evitar buracos, grandes arrancadas ou personalizações mal feitas, as quais podem causar rachaduras e danificar este sistema.

É importante sempre manter a geometria original da suspensão, cuidar dos coxins, os quais ajudam a manter o alinhamento de um conjunto de peças, fazer a cambagem certa, aplicar o torque recomendado e não reutilizar a graxa ou a coifa, pois os mesmos podem diminuir a vida útil da peça.

Sendo composta por um sistema simples de rolamentos, a junta homocinética é essencial para o pleno funcionamento do veículo, e com alguns cuidados pode não trazer problemas ao motorista, mas se não houver a manutenção no tempo certo pode causar sérios acidentes.

Dicas sobre a troca de óleo e filtros do seu carro

Um dos procedimentos mais importante e talvez o menos investido em um carro é a troca de óleo e a substituição dos filtros, por isso resolvemos juntar algumas informações sobre estes processos que ajudam a prolongar a vida útil do seu veículo.

Óleos de má qualidade ou trocados de forma errada, fazem com que resíduos fiquem no reservatório e tragam maiores problemas. Outro alerta para os motoristas é que a melhor forma de não trazer prejuízos ao carro quando o assunto é troca de óleo é sempre trocar o óleo todo, e não completar com o óleo novo, caso precise completar, use sempre o mesmo tipo de óleo já presente no carro, neste processo se o óleo for diferente haverá contaminação e muitas vezes a eficiência não será a mesma.

Analisar o tipo de óleo que é usado no seu veículo também é importante, atualmente no mercado são oferecidos três tipos de óleos, mineral, semissintético e sintético, vale dar uma olhada no qual se adapta melhore qual está sendo indicado no manual.

Além da troca do óleo, é essencial a troca do filtro, pois é ele que impede a circulação de impurezas pelo motor, as quais danificam e podem trazer sérios problemas para o seu veículo, como o comprometimento de outras peças, que comparadas ao preço do filtro tem um custo elevado de manutenção.

Lembrando que a troca desses materiais deve ser feita conforme o que está sendo citado no manual do seu veículo.

Com essas dicas, usando materiais de qualidade e seguido por um serviço bom e de confiança o seu carro está pronto para rodar por onde você quiser, mas lembre-se a manutenção é o primeiro passo para prolongar a vida útil do veículo, faça ela periodicamente.

Informações necessárias que ajudam na vida útil da sua bateria

Como todas as outras partes do carro, a bateria também precisa de atenção redobrada, agrupada em uma caixa plástica e feita de placas de chumbo e solução de ácido, a bateria é uma fonte acumulativa de energia.

Cuidados com este equipamento devem ser feitos periodicamente e a duração deste tipo de recurso é de 2 a 5 anos, dependendo da frequência do uso do carro e os acessórios que o veículo possui.

Muitos dos serviços que o seu carro lhe proporciona são verdadeiros “ladrões” de bateria. Rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos são aparelhos que ficam sempre ligados, em uma corrente de stand by, ou seja, dependem da bateria 100% do tempo.

É importante lembrar que antes da instalação de novos serviços no carro, você deve analisar a capacidade da sua bateria, normalmente esta informação é encontrada no manual que acompanha o veículo.

Para carros que quase não são utilizados ou usados com uma baixa frequência o recomendado é desligar os terminais dos cabos das baterias, pois ela também é consumida enquanto o carro está desligado, pelos produtos citados anteriormente.

Outra maneira de fazer com que a bateria dure mais do que o planejado é sempre manter as capas protetoras, as quais geralmente são feitas de borracha ou plástico. Com estas capas os riscos de curto-circuito são diminuídos, os quais são causados pelo contato de objetos metálicos.

Outra dica importante para evitar a sobrecarga da bateria é evitar dar a partida com o farol ligado, pois a partida do carro é a parte que mais sobrecarrega a bateria e com as luzes acessas a sobrecarga é muito maior.

Vale considerar que usar produtos originais e recomendados para o seu veículo são essenciais, pois assim você está oferecendo ao seu carro um produto testado e com certificado de garantia, o qual tem menos chances de causar acidentes e prejuízos, além de durarem mais tempo e não danificarem outras partes do veículo.