Manutenção do câmbio automático e principais cuidados

Os carros com câmbio automático chegaram ao mercado há algum tempo e já ganharam o coração de muitos motoristas graças às suas facilidades e ao conforto na hora de dirigir. Porém, a troca desse item é uma das mais caras quando se trata de manutenção. Então, confira algumas dicas para evitar esse custo a mais e aumentar a vida útil do seu câmbio:

– Manutenção

Nas condições perfeitas, esse componente do carro tem vida útil de 100.000km. Porém, dependendo das condições da via e dos cuidados na hora de dirigir, pode diminuir para 70.000km. A melhor forma de conseguir melhorar o desempenho do câmbio automático é fazer a manutenção preventiva, para que reparos possam ser feitos e peças danificadas possam ser substituídas.

– Invista em um líquido de arrefecimento de qualidade

O calor em excesso é um dos principais inimigos do câmbio automático. Nesses carros, além de refrigerar o motor, esse líquido mantém a temperatura das transmissões automáticas. Então, se o motor ferver, o câmbio ferve também.

– Quando realizar a troca do óleo?

Muitos profissionais de mecânica indicam que a troca seja feita a cada 30.000 km rodados para lubrificantes minerais, e a cada 50.000 km rodados para lubrificantes sintéticos. O maior risco quando se trata de óleos são as impurezas que podem ficar rodando no sistema e nos filtros, estragando os componentes do carro, inclusive o câmbio automático. Então faça a troca e não economize nesse quesito. O câmbio automático está na lista de desejados de muitas pessoas, porém, ter um mecânico de confiança que conheça esse sistema é fundamental. Se ficar com alguma dúvida ou perceber alguma anormalidade, não pense duas vezes e ligue para ele, assim você evita gastos muito altos e futuras dores de cabeça.

É possível fazer a regulagem dos faróis em casa?

          O farol é o melhor amigo de quem dirige a noite. Porém, muitos motoristas deixam para checar esse recurso apenas quando ele apresenta algum problema mais grave, como quando está queimado, por exemplo. O ideal é que se faça uma verificação periódica no alinhamento das lâmpadas para que a luz ilumine a via corretamente em momentos de baixa luminosidade e não ofusque a visão dos outros motoristas.

          Esse procedimento é simples e pode ser realizado em casa, pelo próprio condutor. Para iniciar a regulagem, posicione o seu carro em uma superfície plana, no período da noite, a uma distância de 3 a 5 metros da parede mais próxima e ligue os faróis apontados para ela. Tanto a luz do lado direito quando a do lado esquerdo devem estar na mesma altura, alinhadas entre si. O ideal é que ambas estejam direcionadas levemente para baixo.

          O próximo passo é medir a altura do farol até o solo. Se ela for de 66 centímetros, vá até a parede e faça uma marcação a 61 centímetros do chão (essa medida corresponde aos 66 centímetros da altura do farol menos os 5 centímetros referentes ao 5 metros de distância do carro até a parede). Feito isso, ligue os faróis e veja se o facho de luz está posicionado sobre a linha, sem sombras ou manchas escuras abaixo ou acima da marcação.

          Se o facho estiver sobre a linha, o farol está corretamente alinhado. Se estiver fora, ligue a luz baixa, levante o capô do veículo e localize os dois parafusos sobre cada farol, um para a regulagem vertical e outro para a horizontal. Com as ferramentas corretas, gire-os até que a posição da luz esteja exatamente sobre a marcação da parede. Caso surja alguma dúvida, procure uma oficina mecânica que eles também farão a regulagem.

          Essa regulagem ajuda a evitar acidentes e também uma multa. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, trafegar com os faróis desregulados é uma infração grave. Por isso, se durante o seu trajeto existem muitas ruas irregulares e buracos, se foi feita a substituição da suspensão ou de uma lâmpada do veículo recentemente ou se em uma viagem o seu carro esteve muito pesado, faça esse procedimento em casa e evite maiores problemas.  

Quando devo trocar o escapamento do carro?

O escapamento é um acessório importantíssimo para todo veículo motorizado já que, além de reduzir o ruído gerado pelo motor, ele filtra a emissão de gases, garantindo o bom funcionamento do carro. Esse componente é acionado todas as vezes que o carro é ligado, então o seu desgaste é inevitável, surgindo a necessidade de uma manutenção ou da substituição.

          Se a manutenção for deixada de lado, há o aumento no consumo de combustível e, em alguns casos, é configurado como infração de trânsito, gerando multa e pontuação na habilitação. Por isso, fique atento. O escapamento possui uma vida útil de 5 a 10 anos, mas pode apresentar problemas antes disso, devido à oxidação ou ao uso de combustível adulterado.

          Para identificar algum problema logo no início e evitar custos mais elevados, preste atenção em alguns sinais que o seu veículo apresentará. O principal deles é a presença de barulhos muito altos vindos da parte de baixo do carro, que podem indicar que os tubos e ou miolo dos silenciadores estão furados. Outro sinal bem comum é o superaquecimento do assoalho, que aponta uma proximidade incorreta do sistema de escapamento com o chão, alguma corrosão ou alguma peça trincada. Um último sinal, o mais grave de todos e o que indica um desgaste mais avançado, é a trepidação. Ela pode significar problemas nos coxins ou nas borrachas que fazem parte desse sistema.

          Evitar esses problemas é simples. Mantenha a manutenção preventiva do seu veículo e faça uma checagem em casa a cada 3 meses ou a cada 20 mil quilômetros rodados. Uma atenção redobrada deve ser dada se você transita frequentemente por estradas muito esburacas ou se sofreu algum acidente na parte traseira do veículo. Caso o escapamento já tenha apresentado problema, não realize a manutenção por conta própria. Procure uma oficina mecânica especializada para evitar novos problemas. Mantenha sempre o seu carro e os seus componentes em bom estado de funcionamento.

Você sabe como funcionam os sensores para carros?

A tecnologia está cada vez mais presente nas nossas vidas, ainda mais quando o assunto é carro. Muitas das manutenções atualmente são realizadas através de computadores e programações, ao invés de serem usadas ferramentas. Com base nisso, separamos algumas informações sobre os sensores utilizados nos automóveis, os quais deixam a direção mais segura e oferecem ao condutor uma maior comodidade e conforto na hora de sair dirigindo.

Os sensores para carros coletam dados e sinais importantes para o motorista, com o objetivo de tornar a direção algo cada vez mais seguro e tranquilo. Estes dados são gerados para o condutor de diversas formas, podem ser sonoras ou visuais, podendo ser sinalizados no painel do carro ou através de sinais sonoros emitidos pelos sistemas.

Os principais sensores encontrados nos carros são o de estacionamento traseiro e funcionamento do motor, mas alguns carros contam com sensor de ponto cego, pedestres, leitores de placas ou obstáculos. Tudo pensado para evitar acidentes e prejuízos futuros ao motorista.

A maioria dos sensores podem ser instaladas em qualquer modelo de carro, desde que esta instalação seja feita de forma correta e não afete nenhum componente do automóvel. Para isso é recomendado que os sensores sejam instalados por profissionais experientes e que utilizem os materiais corretos.

Antes de fazer a instalação de algum sensor no seu carro é importante verificar a tensão elétrica do seu veículo, ela deve ser de 12 volts, a qual é padrão nos carros, mas se quiser conferir, esta informação é encontrada do manual do carro.

Com essas informações e com os sensores instalados corretamente fica muito mais fácil e seguro sair dirigindo com o seu carro!

Aditivos

Podendo ser usados no óleo do motor, combustível ou na água do radiador, os aditivos cumprem funções importantes na manutenção e funcionamento das peças do seu carro. Mas você sabe para que eles funcionam?

Proporcionando vários benefícios para o carro e ajudando na prevenção de problemas no motor, os aditivos devem ser utilizados com cuidado e cautela, antes de utilizar algum consulte o manual do seu carro e analise se a sua composição é aceita pelo fabricante, muitos carros não necessitam do uso desse componente e se usado podem causar problemas em seu funcionamento ou até mesmo a perda da garantia do veículo.

No combustível os aditivos são utilizados para evitar o acúmulo de sujeira no motor, evitando assim perda de potência, falhas ou até mesmo entupimentos. Se o seu carro é novo, este recurso pode ser dispensado, pois os mesmos já possuem tecnologia para o uso dos combustíveis sem aditivos. Carros usados ou que não são realizadas as devidas revisões é recomendado utilizar aditivos de limpeza profunda, mas é importante lembrar que o aditivo ajuda no funcionamento do veículo e não na correção de problemas, por isso se o seu carro apresentar falhas ou diferença no consumo de combustível procure um mecânico.

Os aditivos usados no óleo do motor também combatem o acúmulo de sujeira e auxiliam na lubrificação, aumentando a vida útil das peças do motor, normalmente a manutenção deste aditivo é feita na troca de óleo, levando sempre em consideração o tempo estipulado pelo fabricante, tanto do veículo como do óleo. Mas, preste atenção na troca deste recurso, a principal função de manutenção do motor é do óleo e não do aditivo, se usado em muita quantidade pode alterar a sua composição.

Por fim, o aditivo para radiadores, este aditivo tem propriedades que impedem que a água do radiador enferruje as suas partes de metal e também faz com que em temperaturas baixas ou elevadas, a água não congele ou ferva, respectivamente. Os veículos zero-quilômetro já possuem aditivos direto de fábrica e a troca pode ser realizada a cada dois anos. Se o seu carro é usado é aconselhado que a troca seja feita uma vez por ano, para veículos mais antigos também é importante substituir todo o líquido do radiador a cada 12 meses, este procedimento deve ser realizado por um profissional.

Juntas Homocinéticas – você sabe qual é a função?

Você sabe qual a função da Junta Homocinética? Ela é um componente com simples funcionamento e manutenção, mas que possui grande importância na mecânica do automóvel.

As Juntas Homocinéticas têm como função a transmissão da força do motor para as rodas de tração, fazendo com que, mesmo em condições diferenciadas, o carro não perca tração e consequentemente potência. Sem este recurso, ao passar em buracos e desníveis, as rodas podem não funcionar corretamente ou até mesmo travar o carro.

A manutenção deste componente é simples, podendo ser realizada a cada 50.000km, vale lembrar que algumas podem não precisar de manutenção em toda a vida útil do veículo, mas alguns cuidados podem ser tomados para aumentar a durabilidade ou até mesmo para fazer a troca desta peça, como evitar buracos, grandes arrancadas ou personalizações mal feitas, as quais podem causar rachaduras e danificar este sistema.

É importante sempre manter a geometria original da suspensão, cuidar dos coxins, os quais ajudam a manter o alinhamento de um conjunto de peças, fazer a cambagem certa, aplicar o torque recomendado e não reutilizar a graxa ou a coifa, pois os mesmos podem diminuir a vida útil da peça.

Sendo composta por um sistema simples de rolamentos, a junta homocinética é essencial para o pleno funcionamento do veículo, e com alguns cuidados pode não trazer problemas ao motorista, mas se não houver a manutenção no tempo certo pode causar sérios acidentes.

Cuidados que você deve ter com os freios do seu carro

Quais são os cuidados que você deve ter com os freios do seu carro? Listamos algumas maneiras de deixar esse recurso sempre novo e evitar acidentes e prejuízos no seu orçamento. Com os freios em ordem a chance de acidentes é muito menor, mas é importante lembrar que a manutenção dessa parte do carro deve ser feita por completo em determinados prazo. Pastilhas, lonas, discos e tambores fazem parte do freio e o motorista deve estar atento a essas peças.

Freadas bruscas desgastam mais rapidamente o disco, com base nisso é importante que o motorista tenha cuidado na hora de freiar, pois o tempo de conservação desse recurso depende da forma como ele é usado.

Outra parte muito importante do freio, é o fluído de freio, o qual é um óleo sintético que tem como sua principal função transferir a força feita pelo motorista no pedal para as rodas, ou seja, é o fluído do freio que aciona o freio e faz com que ele responda aos comandos do condutor. A troca desse fluído é sugerida que seja feita anualmente ou a cada 10.000km rodados.

Fique atento as pastilhas de freio, pastilhas desgastadas podem causar grandes acidentes e comprometer o sistema de freio do seu veículo, alguns carros, quando detectam que as pastilhas estão gastas acendem algumas luzes no painel, é importante estar atento a esses recursos e avisos para que o seu carro esteja em perfeitas condições.

Concluindo, fique atento a ruídos, luzes e o tempo que o seu carro leva para parar, muitos acidentes podem ser evitados quando a manutenção do seu carro está em dia.

Amortecedores, quando trocá-los?

Os amortecedores são peças fundamentais para o funcionamento do veículo, além de proporcionar conforto ao motorista e aos passageiros, eles também são itens de segurança, já que proporcionam estabilidade em grandes ou pequenas velocidades.

Por esses motivos, é necessário que essa parte do carro esteja com a manutenção em dia, para isso listamos algumas dicas que vão te ajudar na hora de fazer o reparo ou a substituição desse componente.

O desgaste desse recurso é feito de forma progressiva, e muitas vezes não é notada pelo condutor, mais alguns sinais alertam sobre a má condição dos amortecedores, entre eles a iluminação do automóvel, amortecedores comprometidos fazem com que os faróis dianteiros oscilem, e muitas vezes não iluminem a via de uma forma uniforme, o que pode levar a sérios danos e acidentes.

Além disso, a direção do automóvel é afetada quando os amortecedores estão em condições ruins, alguns dos sinais que o seu carro apresenta é a dificuldade do volante voltar a sua posição inicial após uma curva, a direção fica menos maleável, se tornando mais difícil para o condutor e o veículo começa a “fugir” das curvas, o que compromete a estabilidade e a segurança do veículo na estrada.

Vale lembrar que amortecedores em más condições podem afetar outras partes do automóvel, entre elas os pneus, os rolamentos das rodas, os apoios de motor, o chassi, entre outros. Por isso é necessária a manutenção dessa peça, já que ela pode comprometer outras partes do seu carro e ainda causar graves acidentes se não estiver em condições favoráveis de uso.

Alguns analistas indicam que a troca dos amortecedores deve ser feita a cada 40 mil quilômetros, mas tudo vai depender da frequência que o carro é usado e as condições das ruas que ele transita. Por isso é necessário levar o seu carro as revisões corretamente, esta é a melhor forma de evitar grandes problemas.

Evitar ruas esburacadas ou desviar dos buracos, dirigir devagar e não exceder o limite de carga do seu veículo também são dicas que evitam o desgaste precoce dos amortecedores, por isso fique atento, muitos prejuízos e acidentes podem ser evitados tendo os amortecedores do seu carro em perfeitas condições.

Ar Condicionado – Dicas para manter este recurso sempre novo

O conforto do ar condicionado é uma das exigências da grande parcela dos compradores de carros, muitos possuem esse item como obrigatório na hora de escolher o veículo dos sonhos, por isso alguns pontos na hora de fazer a manutenção dessa parte do veículo são de extrema importância.

Além de trazer problemas ao seu carro, um ar condicionado mal ou não higienizado pode trazer sérios riscos a sua saúde, como rinite, asma e em casos mais severos, pneumonia. Por isso, neste post reunimos algumas dicas que vão te ajudar a manter o ar condicionado do seu carro em perfeitas condições.

Como saber se o filtro do ar condicionado do meu carro precisa ser trocado?

Se o ar condicionado do seu carro não está desempenhando o mesmo trabalho que antes, como por exemplo, agora você precisa aumentar a potência do ar para ter o resultado que antes era lhe oferecido na primeira velocidade, ou quando você liga o ar condicionado sente cheiro de mofo, são sinais de que o seu ar condicionado precisa de manutenção.

Qual o prazo para a troca dos filtros e higienização?

Não tem nenhuma data certa para a troca dos filtros de ar feita pelos especialistas, mas dependendo do ambiente que o seu carro anda e a frequência do uso deste recurso o recomendado é que os filtros sejam higienizados ou trocados a cada 7.500km, ou até mesmo de 6 em 6 meses.

Quais produtos podem ser usados na higienização do filtro?

Atualmente temos no mercado sprays que realizam a higienização dos filtros de forma eficiente e rápida, os quais podem ser adquiridos em lojas de peças e acessórios automotivos, e a utilização pode ser feita pelo próprio condutor, mas lembrando que em alguns casos a higienização feita por profissionais é a melhor opção e garante uma limpeza mais profunda ao filtro.

Manter o ar condicionado do seu carro em perfeitas condições garante para você melhores condições de saúde e viagens mais agradáveis, por isso, realize a manutenção desse recurso sempre que necessário e procure especialistas sempre que tiver dúvidas sobre esse assunto.

Informações necessárias que ajudam na vida útil da sua bateria

Como todas as outras partes do carro, a bateria também precisa de atenção redobrada, agrupada em uma caixa plástica e feita de placas de chumbo e solução de ácido, a bateria é uma fonte acumulativa de energia.

Cuidados com este equipamento devem ser feitos periodicamente e a duração deste tipo de recurso é de 2 a 5 anos, dependendo da frequência do uso do carro e os acessórios que o veículo possui.

Muitos dos serviços que o seu carro lhe proporciona são verdadeiros “ladrões” de bateria. Rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos são aparelhos que ficam sempre ligados, em uma corrente de stand by, ou seja, dependem da bateria 100% do tempo.

É importante lembrar que antes da instalação de novos serviços no carro, você deve analisar a capacidade da sua bateria, normalmente esta informação é encontrada no manual que acompanha o veículo.

Para carros que quase não são utilizados ou usados com uma baixa frequência o recomendado é desligar os terminais dos cabos das baterias, pois ela também é consumida enquanto o carro está desligado, pelos produtos citados anteriormente.

Outra maneira de fazer com que a bateria dure mais do que o planejado é sempre manter as capas protetoras, as quais geralmente são feitas de borracha ou plástico. Com estas capas os riscos de curto-circuito são diminuídos, os quais são causados pelo contato de objetos metálicos.

Outra dica importante para evitar a sobrecarga da bateria é evitar dar a partida com o farol ligado, pois a partida do carro é a parte que mais sobrecarrega a bateria e com as luzes acessas a sobrecarga é muito maior.

Vale considerar que usar produtos originais e recomendados para o seu veículo são essenciais, pois assim você está oferecendo ao seu carro um produto testado e com certificado de garantia, o qual tem menos chances de causar acidentes e prejuízos, além de durarem mais tempo e não danificarem outras partes do veículo.